domingo, 8 de março de 2015
Aposto n° 31
Aposto n° 31
rua dos Arameiros - Madalena - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 31
Arameiros' st - Madalena - Lisbon - Portugal
laser printing on paper, starch glue
Aposto n° 30
Aposto n° 30
rua da Voz do Operário - Graça - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 30
Voz do Operário's st - Graça - Lisbon - Portugal laser printing on paper, starch glue
Aposto n° 29
Aposto n° 29
av. Almirante Reis - Anjos - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 29
Almirante Reis ave. - Anjos - Lisbon - Portugal
laser printing on paper, starch glue
Aposto n° 28
Aposto n° 28
largo de Santa Bárbara - Anjos - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 28
largo de Santa Bárbara - Anjos - Lisbon - Portugal
laser printing on paper, starch glue
sábado, 7 de março de 2015
Aposto n° 27
Aposto n° 27
rua Palmira - Anjos - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 27
Palmira st - Anjos - Lisbon - Portugal
laser printing on paper, starch glue
sexta-feira, 6 de março de 2015
Aposto n° 26
Aposto n° 26
rua Andrade - Anjos - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 26
Andrade st - Anjos - Lisbon - Portugal
laser printing on paper, starch glue
Aposto n° 25
Aposto n° 25 | 2015
Intervenção urbana - rua dos Bacalhoeiros - Madalena - Lisboa - Portugal
impressão laser s/ papel, cola de amido
Apposition # 25 | 2015
Urban intervention - Bacalhoeiros' st - Madalena - Lisbon - Portugal
laser printing on paper, starch glue
quinta-feira, 5 de março de 2015
texto: reflexão sobre meus projetos de arte nas ruas
Estando aqui em Lisboa, cidade em que a arte urbana é muito presente, e ao mesmo tempo, muito institucionalizada, imerso na residência HS13rc, e realizando o projeto de intervenção urbana APOSTO, sinto a necessidade de fazer uma pequena reflexão.
Meus dois projetos atuam como pequenas inserções, peças que invadem quase como um parasita e que se agregam ao hospedeiro, muito maior que ele. As peças aparecem mais pelo contraste que provocam, por perturbarem ou provocarem o que já está lá, do que se impondo de cima para baixo a um espaço.
![]() |
| Migração Monarca - 2014 |
O que fiz (e estou ainda fazendo) nestas duas vezes em que realizei projetos de arte nas ruas de Lisboa trata-se mais de intervenção artística no espaço urbano do que o tradicionalmente entendido como arte urbana.
![]() |
| Migração Monarca - 2014 |
No meu caso os projetos são realizados sempre com peças de uma escala discreta; não são paredes inteiras, muros de 5 metros de extensão, ou esculturas monumentais. São peças pequenas, infiltradas. Não são obras que cobrem e ocupam de forma incisiva um espaço ou uma superfície.
Nos
dois projetos (Migração Monarca, de 2014, e Aposto, de 2015) houve o desejo de orientar meus trabalhos a partir de manifestações culturais tipicamente lisboetas, e ao mesmo tempo integrar os próprios projetos a estes elementos culturais que os informam e os guiam. No primeiro caso, as ornamentações das festas dos santos populares, e no segundo, as fachadas azulejares.
![]() |
| Aposto - 2015 |
Eu vejo muitos casos de arte urbana que anulam o que havia antes deles. Se pretendem mais chamativos do que qualquer outra coisa que exista nas imediações. Não é por aí que eu gosto de ir. Eu gosto de tentar um diálogo com o que já existe.
Assinar:
Postagens (Atom)













